segunda-feira, 24 de agosto de 2009

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Ele já devia ter DADO o fora!!

Alguém pode me explicar como esse insuportável do Dado tá de finalista na "Fazenda"?
Confesso que não assisto muita TV aberta, mas até por força da profissão, tenho que saber de tudo que rola por aí.
Esse "A Fazenda" me pegou de nocaute. Eu acho muito melhor que BBB. Pelo menos os caras pegam na enxada - literalmente falando.
Mas eu tava torcendo muito, muito pelo Carlinhos.
Tem gente dizendo que é dramalhão, que tavam usando a vida dele pra faze-lo ganhar. Mas poxa, o cara teve uma vida duríssima mesmo, gente.
Quem duvidar que passe uma semana tomando banho de chafariz na praça da Sé e cheirando cola pra ficar doidão e não sentir fome nem frio.
Façam-me o favor...o cara merecia. Pelo talento, pelo caráter, acima de tudo.
Eu já tô achando que é armação pura e simples.
Por isso me junto aos que andam gritando: "Fora Dado" !!!
Porque quem agride mulher, é FROUXO!
Já não basta Sarney fazendo a gente de idiota? E agora esse moleque também?
Ou alguém esquece que ele levou machadinha e corrente no programa do João Gordo?
FORA DADOOOOOOOOOOOO...demorou!!!!!!!!!!

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Sarney, pede pra sair!


Demorei muito pra meter a boca nesse assunto do Sarney.
Gente, vamos tirar esse cara de lá. Não é possível.
Hoje ele disse que não aguenta mais se submeter ao que chama de "perseguição política".
O que me espanta é que o cara não tem noção nem do que é um ato secreto. Claro! Pra ele e sua corja tudo é muito normal.
Eu não sei o que a Academia Brasileira de Letras está esperando para convida-lo a se retirar. Ele que pegue seus "Marimbondos de Fogo" e...bem, de fogo acho que estávamos todos nós, ao permitir que figuras como essa se perpetuassem no poder por décadas e décadas a fio, pulando de partido, virando mais a casaca do que bandeira em ponta de mastro.
Sarney é a cara do Brasil.
E se não for, quero passeata, quero poder gritar: "Sarney, pede pra sair!"

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Pobre homem rico

Manhã do dia 8/08, sábado.
Como de costume, enchi o porta-malas do meu carro de sacos contendo material reciclável, que deposito sempre no ponto de coleta do supermercado Pão-de-Açúcar na avenida Santo Amaro, esquina com a rua Demóstenes, aqui perto.
Após depositar o material, com minha filha de 10 anos, me dirijo ao portão de saída do estacionamento. Aí, um motorista que deveria reciclar o próprio cérebro, fechou a saída com seu carrão Hyundai, nem lembro o modelo, mas era novo, lustrado, impecável.
Atrás dele, uma fila de mais meia-dúzia de carros, esperando que o cidadão fosse em frente.
Ele tinha duas opções: seguir e entrar numa das inúmeras vagas à sua frente, ou entrar na pista ao lado da minha, para a qual ele tinha pleno acesso, pois o espaço era enorme. Mas ele preferiu empacar a fila, fechando a minha saída e exigindo que eu desse ré. A troco de quê, não sei.
Os vidros escuros do carro dele, fechados o tempo todo, impediam que qualquer um visse seu rosto. Fiz um gesto educado dando-lhe passagem, ao que ele não atendeu.
Gesticulando muito (era tudo o que eu podia visualizar), continuou me mandando dar ré.
Os motoristas atrás dele buzinando, nervosos...
Um franzino manobrista pediu ao homem que tirasse o carro da porta de saída.
Sem abaixar o vidro para conversar com o rapaz, ele se recusou.
Outros motoristas pediram-lhe o mesmo.
Ele se recusou, intransigente.
Por fim o manobrista chegou ao meu lado e disse: "A gente sabe que ele 'tá de ignorânça' mas a senhora poderia dar a ré que ele quer?"
Achei o cúmulo. E eu respondi: "Então quer dizer que vamos deixar a ignorância vencer? Por quê eu tenho que dar ré? Ele está fechando o portão de saída e empacando uma fila inteira. Ele está errado. E eu tenho que fazer o que ele quer?"
Por quê? Porque eu sou mulher, meu carro é um Corsa velho e estava empoeirado?
Pois não saí de onde eu estava. Desliguei o motor do carro e ficamos no impasse por mais de 15 minutos. O que em São Paulo, é MUITO tempo perdido.
Um gerente saiu e num gesto firme, mandou que ele tirasse o carro dalí.
Não me movi um centímetro.
Por fim, venci o homem pelo cansaço. Ele entrou na pista ao meu lado, abaixou o vidro e me falou um monte de palavrões. Nem se importou com o fato de eu ter uma criança no banco de trás, que teve que tapar os ouvidos.
Olhei bem pra ele...finalmente mostrara o rosto. Era um homem velho, de óculos escuros, que já tínhamos visto fazendo grosserias com a atendente de um dos caixas, no mesmo mercado, meses antes.
Calmamente, eu lhe disse:
"De nada adianta ter um carro bonito, novinho e essa falta de educação imensa, essa grosseria, essa incivilidade. O senhor não está apto nem a dirigir carrinho de supermercado".
E essa é a cidade onde a gente vive.
Poder econômico falando alto. O tal homem humilhou o manobrista. A bordo de seu carrão, obstruiu uma saída de estacionamento, empacou outros cidadãos atrás dele, pensou que eu me curvaria e se achou no direito de me insultar.
Acredito que sou uma motorista consciente. Em vários momentos diários nesse louco trânsito paulista, cedo a vez, dou passagem, dou seta, sinalizo da forma adequada.
Mas a intransigência e a grosseria não podem vencer impunemente.
Nessa selva, não podemos deixar que os leões sejam os ricaços que se acham donos do mundo e estacionam em cima de calçadas, param em fila dupla, fecham cruzamentos, entradas e saídas de carros.
Se você é um bom motorista, exija respeito. O segredo de um trânsito civilizado, é a boa educação. E isso não tem nada, nada a ver com nível sócio-econômico.
Muito pelo contrário, tenho percebido que algumas pessoas, quanto mais "ricas", mais se acham prepotentes e no direito de passar por cima das leis e das pessoas.
Isso não é ser rico...é ser bem pobre de espírito.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Cinema anti-gripe suína


Fico me perguntando se com a gripe suína houve alguma diminuição na frequência às salas de cinema.
Nesses tempos de férias prorrogadas por conta da epidemia, cinema é uma das primeiras alternativas que vêem à cabeça de mães em tempo integral como eu.
Mas, de acordo com informações do site Propmark, o escurinho dos cinemas continua movimentadíssimo.
Mesmo assim, não resisto a dar um pitaco nos proprietários das grandes redes de cinema.
Primeiro porque duvido que as catracas não tenham rolado menos nos últimos meses...afinal o Ministério da Saúde recomenda evitar lugares fechados, com muita gente.
Segundo, que já que não tem remédio mesmo, a gente tem que aprender a enfrentar a situação com um mínimo de bom humor e descontração, sem descuidar.
Que tal os bam-bam-bans das salas de cinema reeditarem os velhos cinemas ao ar-livre,pra gente assistir de dentro do carro?
Isso, amigos, parece coisa de filme americano, mas os cine-drive ins existem aqui!
Veja este, em Brasília!Ok, o som não seria lá essas coisas e a imagem, idem.
Mas poltrona de carro costuma ser bem confortável. Ainda mais com um vasto cardápio de milk-shake e sanduíches à disposição.
Se a companhia for boa, então, qualquer Ka resolve!!

A imagem é da DZ8 Special Projects
Por um olhar mais atento aos pequenos detalhes da vida