sexta-feira, 19 de março de 2010

Texto de Lya Luft

Hoje li uma crônica de Lya Luft, de novembro de 2009, sobre a febre de atribuir a este ou àquele autor determinados textos, alguns deles ridículos, caluniosos.
Poucas vezes alguém traduziu tão bem o sentimento de quem se vê vítima dessa terra de ninguém, que é a internet. Já passei por isso. Só relevei, por se tratar de uma pessoa desequilibrada e cheia de problemas.
Infelizmente, ao invés de procurar um Psiquiatra, esse tipo de pessoa usa como terapia sair por aí difamando os outros. Isso é digno de dó, não de raiva.
Leia trechos da coluna e veja o link para o texto completo.

"Como tantas coisas neste mundo contraditório, a internet
é ao mesmo tempo covil de covardes e terra de maravilhas.
Acusar alguém injustamente de qualquer imoralidade, invadir ou distorcer a vida pessoal de alguém, escrever frases insultuosas, ameaçadoras, hostis, sob a capa repulsiva do anonimato, é um crime contra a já tão achincalhada ética.
Mas como encontrar o criminoso? Que leis lhe aplicar? O jeito é dar de ombros. Nem sempre dá para dar de ombros. Às vezes machuca. Ofende. Prejudica quem é inocente, alegra quem é perverso. No espaço cibernético podemos caluniar e destruir ou elogiar e endeusar quem quer que seja, sem revelar nossa identidade. Também podemos trabalhar, pesquisar, nos comunicar, aprender, nos deliciar, sem sair de casa. Como tantas coisas neste mundo contraditório, a internet é a um tempo covil de covardes e terra de maravilhas." - Lya Luft

Não deixe de ler o texto completo. Clique aqui.

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